
Ex-ministro Walter Braga Netto • Marcello Casal Jr/Agência Brasil
Porto Velho, RO - O grupo liderado pelo general da reserva Walter Souza Braga Netto, que teria atuado para descredibilizar as urnas eletrônicas durante as eleições de 2022, queria ter acesso à delação do tenente-coronel Mauro Cid, segundo o relatório da Polícia Federal enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF).
"Os dados analisados demonstram que os integrantes da organização criminosa atuaram para obter o conteúdo do acordo de colaboração premiada firmada por Mauro Cesar Cid com a Policia Federal convergindo com os demais elementos de prova identificados na investigação conduzida no âmbito da Pet. 12.100/DF", diz o documento.
A ação do grupo, se comprovada, pode configurar tentativa de obstrução à investigação, fraude processual e formação de organização criminosa.
Fonte: CNN Brasil
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