
A corrida eleitoral em Rondônia já começa a ganhar contornos mais definidos, e, neste momento, a disputa pelas duas cadeiras no Senado desponta como tema central, até mesmo acima da sucessão ao Governo do Estado. A razão é simples: nomes de peso da política regional avaliam se disputarão o Congresso Nacional ou o Palácio Rio Madeira/CPA, o que deixa o cenário em constante movimentação. A expectativa é que até o final de outubro o quadro esteja mais claro.
Marcos Rocha no páreo
O governador Marcos Rocha (União Brasil), já assumidamente pré-candidato ao Senado, aparece bem posicionado em pesquisas e é considerado um dos nomes mais fortes da corrida. Sua popularidade e o alcance da máquina administrativa o colocam como favorito a uma das cadeiras.
Outros concorrentes de peso
Além de Rocha, a deputada federal Sílvia Cristina (PL) também figura entre os nomes com chances reais. O ex-senador Acir Gurgacz (PDT), agora liberado para disputar novamente, se prepara para entrar oficialmente no jogo. Já o senador Confúcio Moura (MDB) tende a buscar a reeleição, mas não está descartada a possibilidade de migrar para a disputa pelo Governo.
O fator Cassol
Nos bastidores, a grande incógnita é a participação do ex-governador Ivo Cassol. Sua eventual entrada na disputa pelo Governo pode redesenhar completamente o tabuleiro: nomes como Marcos Rogério (PL), Fernando Máximo (União Brasil) e o ex-prefeito Hildon Chaves (PSDB) poderiam desistir do Executivo e migrar para a corrida ao Senado.
Expectativa cresce
O cenário segue indefinido, mas com forte expectativa. A entrada ou não de Cassol tende a ser o ponto de virada que determinará quem ficará na disputa pelo Governo e quem buscará espaço no Senado. Até lá, o clima é de articulações intensas e movimentação estratégica entre os principais grupos políticos de Rondônia.
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