
Estudo da Nova Acrópole destaca a prática filosófica como ferramenta de diálogo e convivência pacífica; instituição também desenvolve ações em Porto Velho
O Dia Mundial da Não Violência e Cultura de Paz, celebrado nesta sexta-feira, dia 30 de janeiro e instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU), reforça a importância da educação, do diálogo e do respeito como caminhos para a superação da violência. Nesse contexto, uma pesquisa realizada pela Nova Acrópole aponta a Filosofia como um instrumento prático para promover a fraternidade universal e fortalecer a dignidade humana, para além das diferenças entre os povos.
Coordenado pela pesquisadora Melissa Andrade, o levantamento realizado em 2024 revelou que a prática filosófica contribui para o autoconhecimento, a aceitação das diferenças, a melhoria das relações interpessoais e o cultivo de valores essenciais para a construção da paz. O estudo foi apresentado em Nova York, durante um evento paralelo ao Fórum Político de Alto Nível das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável.
Para a Nova Acrópole, a Filosofia vai além do campo teórico e deve ser vivenciada no cotidiano, por meio de atitudes éticas, diálogo e compreensão mútua. Virtudes como tolerância, solidariedade e respeito são apontadas como pilares fundamentais para uma convivência mais pacífica e consciente.
Nova Acrópole em Porto Velho
Em Porto Velho, a Nova Acrópole também desenvolve atividades filosóficas, culturais e ações voluntárias voltadas à formação humana e à promoção da Cultura de Paz. As iniciativas buscam oferecer instrumentos práticos para que indivíduos possam refletir sobre seus valores, fortalecer relações e contribuir de forma positiva para a sociedade.
O curso Filosofia para Viver, oferecido em mais de 120 escolas da Nova Acrópole no Brasil, reforça ainda o papel da Cultura e do Voluntariado como expressões concretas da boa vontade e da liderança ética, em sintonia com o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 16, que trata da promoção da paz, da justiça e de instituições sólidas.
“A mente tende a focar no que é mórbido ou negativo. É fundamental inverter esse padrão, buscando o lado luminoso das situações e das pessoas. Assim dissolvemos a crítica excessiva e fortalecemos nossa capacidade de apreciar a vida em sua riqueza de detalhes”, afirma a filósofa Lúcia Helena Galvão, professora voluntária da Nova Acrópole.
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