
Movimentações pelo Palácio Rio Madeira intensificam embates políticos e ampliam críticas contra lideranças como Marcos Rocha, Expedito Júnior e outros pré-candidatos
A corrida pelo Palácio Rio Madeira/CPA começa a ganhar temperatura em Rondônia. Com a possibilidade de liderar a disputa ao Governo do Estado, o prefeito de Cacoal, Adailton Fúria, passou a ser alvo de críticas e ataques nas redes sociais, assim como alguns de seus aliados políticos.
Após longo período de exposição positiva na mídia, especialmente pela gestão à frente de Cacoal — frequentemente apontada como uma das cidades com melhor qualidade de vida do Estado — Fúria agora enfrenta questionamentos que envolvem desde temas administrativos até problemas relacionados à concessionária de energia Energisa, ainda que parte das responsabilidades não esteja diretamente sob a alçada municipal.
O governador Marcos Rocha, mesmo sem confirmar candidatura, também já se tornou alvo de críticas mais intensas. Rocha deve desempenhar papel estratégico nas articulações políticas em torno do projeto liderado por Fúria.
Alguns secretários estaduais, principalmente aqueles com maior visibilidade pública e avaliação positiva, também passaram a ser citados em ataques e postagens críticas. No mesmo contexto, o ex-senador Expedito Júnior, responsável por articular o ingresso de Rocha e seu grupo no PSD, já figura entre os nomes mencionados nos embates virtuais.
Entre os pré-candidatos ao Governo, o senador Marcos Rogério, do PL, aparece até o momento como um dos menos atingidos por ataques diretos, embora também receba críticas pontuais nas redes sociais.
A deputada federal Sílvia Cristina já foi alvo de ataques de cunho pessoal, inclusive relacionados à sua orientação sexual — episódios que têm sido amplamente criticados por
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