Rondônia confirma quatro casos de Mpox em Porto Velho entre 2025 e 2026


Sesau e Agevisa reforçam vigilância epidemiológica, destacam evolução clínica favorável dos pacientes e orientam população a procurar UBS em caso de sintomas.

Quatro casos de Mpox foram confirmados em Porto Velho entre 2025 e 2026, todos em pacientes do sexo masculino, com idades entre 20 e 35 anos. As confirmações ocorreram por critério laboratorial e os pacientes apresentaram evolução clínica favorável, sem necessidade de internação hospitalar.

As informações foram divulgadas durante entrevista coletiva concedida por gestores da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) e da Agência Estadual de Vigilância em Saúde de Rondônia (Agevisa).
Vigilância epidemiológica reforçada

Durante a coletiva, a Secretaria de Estado da Saúde de Rondônia e a Agência Estadual de Vigilância em Saúde de Rondônia informaram que a confirmação dos casos integra a estratégia permanente de vigilância epidemiológica adotada no estado.

As ações incluem notificação imediata, investigação de contatos e acompanhamento pela Atenção Primária à Saúde. O objetivo é identificar precocemente possíveis ocorrências e interromper eventuais cadeias de transmissão.

Segundo os gestores, Rondônia mantém estrutura preparada para resposta rápida a eventos de saúde pública, com investimentos contínuos no fortalecimento da rede de vigilância e assistência.

Orientação à população

De acordo com a Sesau e a Agevisa, a Mpox apresenta, na maioria dos casos, sintomas leves a moderados, mas requer atenção e diagnóstico oportuno.

A recomendação é que pessoas com lesões de pele suspeitas procurem uma Unidade Básica de Saúde (UBS) e evitem contato próximo até avaliação adequada. Entre os sintomas que merecem atenção estão:

  • Lesões de pele
  • Febre
  • Histórico de contato com caso suspeito

Dados apresentados na coletiva indicam que Rondônia mantém ocorrência esporádica da doença, sem evidência de transmissão sustentada. Todos os casos confirmados evoluíram para cura após isolamento e acompanhamento adequado.

As ações de vigilância contam com a participação da Agevisa, da Sesau, das secretarias municipais de saúde, do Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen/RO) e do Ministério da Saúde.

A orientação das autoridades sanitárias é clara: informação correta, notificação imediata e busca por atendimento nas UBS são fundamentais para prevenção e controle da Mpox no estado.

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