
Dados da Secretaria de Segurança indicam redução expressiva em homicídios e tentativas de assassinato ligados ao crime organizado
O temor do governo brasileiro é que os americanos considerem as facções criminosas como entidades terroristas. As forças nacionais de segurança, que estão ajudando a queimar casas de produtores rurais e de garimpeiros, poderiam ser utilizadas para um combate forte a estes criminosos. Como, aliás, está fazendo a polícia de Rondônia.
A principal prova do avanço da segurança pública contra as facções é o relatório apresentado pela Secretaria de Segurança Pública. Os números demonstram uma redução significativa, especialmente nos crimes contra a vida, indicando uma mudança relevante no cenário da segurança pública em Rondônia.
Uma análise dos dados consolidados sobre ataques perpetrados por integrantes de facções criminosas aponta uma queda expressiva nos índices de violência em 2025 quando comparado ao ano anterior. Os números demonstram uma redução significativa, especialmente nos crimes contra a vida, indicando uma mudança relevante no cenário da segurança pública em Rondônia.
Dados oficiais: em 2024 foram registrados 168 ataques atribuídos a integrantes de facções criminosas, que resultaram em 205 vítimas. Desse total, 84 casos foram homicídios consumados e 121 tentativas de homicídio. Já em 2025, os registros apresentaram queda acentuada. Foram contabilizados 59 ataques, que resultaram em 81 vítimas. Entre esses casos, 29 foram homicídios consumados e 52 tentativas de homicídio.
Na comparação entre os dois anos, segundo a Sesdec, os dados revelam uma redução de 109 ataques, o que representa uma queda praticamente 65 por cento. O número total de vítimas também diminuiu de forma significativa, passando de 205 para 81, o que corresponde a uma redução de 60 por cento.
Segundo a Sesdec, esse resultado pode estar associado ao fortalecimento das ações de enfrentamento ao crime organizado, incluindo operações policiais, prisões de integrantes e lideranças de organizações criminosas, além do trabalho contínuo de inteligência e integração entre as forças de segurança. Investimentos em tecnologia, estrutura e integração entre as instituições também têm contribuído para ampliar a capacidade de resposta do Estado no combate à criminalidade.
A principal prova do avanço da segurança pública contra as facções é o relatório apresentado pela Secretaria de Segurança Pública. Os números demonstram uma redução significativa, especialmente nos crimes contra a vida, indicando uma mudança relevante no cenário da segurança pública em Rondônia.
Uma análise dos dados consolidados sobre ataques perpetrados por integrantes de facções criminosas aponta uma queda expressiva nos índices de violência em 2025 quando comparado ao ano anterior. Os números demonstram uma redução significativa, especialmente nos crimes contra a vida, indicando uma mudança relevante no cenário da segurança pública em Rondônia.
Dados oficiais: em 2024 foram registrados 168 ataques atribuídos a integrantes de facções criminosas, que resultaram em 205 vítimas. Desse total, 84 casos foram homicídios consumados e 121 tentativas de homicídio. Já em 2025, os registros apresentaram queda acentuada. Foram contabilizados 59 ataques, que resultaram em 81 vítimas. Entre esses casos, 29 foram homicídios consumados e 52 tentativas de homicídio.
Na comparação entre os dois anos, segundo a Sesdec, os dados revelam uma redução de 109 ataques, o que representa uma queda praticamente 65 por cento. O número total de vítimas também diminuiu de forma significativa, passando de 205 para 81, o que corresponde a uma redução de 60 por cento.
Segundo a Sesdec, esse resultado pode estar associado ao fortalecimento das ações de enfrentamento ao crime organizado, incluindo operações policiais, prisões de integrantes e lideranças de organizações criminosas, além do trabalho contínuo de inteligência e integração entre as forças de segurança. Investimentos em tecnologia, estrutura e integração entre as instituições também têm contribuído para ampliar a capacidade de resposta do Estado no combate à criminalidade.
Por Sérgio Pires
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