Samuel Costa defende industrialização de Rondônia como caminho para geração de empregos e fortalecimento da economia


Pré-candidato ao Governo afirma que estado precisa deixar de exportar matéria-prima bruta e atrair indústrias para ampliar oportunidades

O pré-candidato ao Governo de Rondônia, Samuel Costa, voltou a defender a industrialização do estado como estratégia central para impulsionar o desenvolvimento econômico e social.

Segundo ele, Rondônia não pode continuar dependente da exportação de matéria-prima sem agregar valor à própria produção, modelo que, segundo sua avaliação, mantém o estado em situação de vulnerabilidade econômica.
“Hoje, exportamos nossa riqueza bruta e importamos produtos industrializados, o que gera poucos empregos aqui dentro. Enquanto isso, o trabalhador das cidades acaba refém do contracheque do funcionalismo público, sem alternativas no setor produtivo”, afirmou.

Samuel Costa defende uma mudança estrutural baseada na atração de investimentos, inclusive estrangeiros, com foco na instalação de indústrias capazes de transformar a produção local e ampliar a geração de emprego e renda.

De acordo com o pré-candidato, Rondônia possui condições estratégicas favoráveis para esse avanço, como oferta de energia, localização geográfica e disponibilidade de matéria-prima.
“Temos energia em abundância, localização privilegiada e matéria-prima. O que falta é decisão política e um ambiente favorável para quem quer investir e produzir aqui”, destacou.

Entre os setores apontados como promissores, ele citou a possibilidade de criação de polos industriais voltados à tecnologia e até mesmo a instalação de montadoras de veículos automotores.

Para Samuel Costa, esse tipo de investimento pode diversificar a economia, ampliar a arrecadação estadual e reduzir a dependência do setor público como principal fonte de renda para muitas famílias.

A proposta também inclui a criação de políticas públicas voltadas à capacitação da mão de obra local, com o objetivo de preparar trabalhadores rondonienses para ocupar as vagas geradas por esse novo ciclo econômico.
“Industrializar Rondônia não é uma escolha ideológica, é uma necessidade prática. Se quisermos gerar emprego, renda e dignidade para o nosso povo, precisamos parar de exportar oportunidades e começar a construir um estado mais forte e competitivo”, concluiu.

A defesa da industrialização passa a ocupar papel central no discurso do pré-candidato, que busca apresentar alternativas para reduzir a dependência econômica e fortalecer o desenvolvimento sustentável de Rondônia.

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