Após herdar “pior capital do Brasil”, Léo Moraes aposta em obras e investimentos para reverter cenário


Com um ano e meio de gestão, a administração municipal registrou a oitava maior evolução nominal entre as capitais brasileiras no Índice de Progresso Social, saindo de 57,25 para 58,59 pontos entre 2025 e 2026, e assegurou, apenas no primeiro semestre deste ano, recursos federais de quase R$ 200 milhões destinados a 12 obras em processo de licitação

O prefeito de Porto Velho, Léo Moraes, manifestou-se publicamente sobre os dados do Índice de Progresso Social, o IPS, que colocam a capital rondoniense na última posição entre as capitais brasileiras. Em declaração, o gestor reconheceu o resultado negativo, contextualizou sua extensão temporal e apresentou as ações executadas ou iniciadas pela administração municipal em pouco mais de um ano de gestão, além de detalhar a carteira de obras e os recursos assegurados para o período seguinte.

Na declaração, Léo Moraes afirmou: "Porto Velho é a pior capital pra se viver no Brasil. E isso não sou eu quem estou dizendo. São os índices do IPS. E o mais preocupante é que isso se repete há 10 anos. É isso mesmo. Há mais de 10 anos, somos o último lugar. E eu também sou inconformado com isso. 40% desses indicadores não correspondem à responsabilidade da Prefeitura. Mas sim de outros governos como estadual e federal. E apesar de avanços em 2025 se comparados aos anos anteriores, ainda estamos longe do que a cidade merece. É por isso que a nossa gestão decidiu enfrentar esses desafios assim, olho no olho".

E acresceu:

"Em pouco mais de um ano, adquirimos o primeiro hospital municipal da história da nossa Porto Velho, reduzimos a tarifa do ônibus e também renovamos a frota. Aliás, hoje a nossa tarifa é a mais barata entre capitais do país. Conseguimos implementar escola em tempo integral e reforço escolar. Além de iniciar e concluir muitas obras de drenagem, problema histórico e que machuca muito o nosso povo, e além de várias outras ações. Toda grande mudança começa quando alguém para de empurrar as coisas com a barriga. Apesar dos índices negativos e tantos desafios, a nossa cidade é abençoada e ótima para se viver. Vamos seguir trabalhando para juntos nós transformarmos a nossa Porto Velho."

Os dados apresentados pela gestão municipal registram que Porto Velho saiu de 57,25 pontos no IPS Brasil em 2025 para 58,59 pontos em 2026, uma evolução nominal de 1,34 ponto, o que representou, segundo a Prefeitura, a oitava maior evolução nominal entre as capitais brasileiras no período. No mesmo conjunto de informações, a administração municipal atribuiu os problemas estruturais da cidade a décadas de abandono, ausência de planejamento e falta de investimentos em áreas essenciais, e informou que, somente no primeiro semestre de 2026, foram assegurados quase R$ 200 milhões em recursos federais destinados a obras e projetos considerados estratégicos para a melhoria da qualidade de vida da população.

Fonte: Rondônia Dinâmica

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