Marcos Rocha destaca parceria com província chinesa e anuncia acordo para cooperação em tecnologia, educação e agronegócio


Governador afirma que pacto de irmandade com Guizhou fortalecerá intercâmbio tecnológico, comercial e educacional entre Rondônia e a China

Não há maiores detalhes, porque o assunto não faz parte do noticiário comum, distribuído pelo Governo do Estado. Mas, sabe-se de resultados das viagens internacionais do governador Marcos Rocha por vídeos que ele divulga em suas redes sociais. Foi o que aconteceu novamente, em relação à sua recente viagem à China.

Marcos Rocha comemora que a Província de Guizhou, é mais um irmão de Rondônia, como já o é Arica, no Chile e Beni, na Bolívia. E destaca que a decisão vai facilitar o acesso de Rondônia a uma região chinesa de grandes produções agrícolas, mas, mais que tudo, de alta tecnologia.

O Governador garantiu ainda que “Guizhou tem uma tecnologia tremenda, uma Big Data extremamente forte, onde o conhecimento tem levado este Estado a patamares impressionantes aqui na China e também no mundo”!

Disse, ainda, que “Rondônia não poderia ficar de fora. Fizemos este contato. Agora assinamos o pacto de irmandade com o governo local. Dessa forma, levaremos tecnologia para Rondônia; ampliaremos nossa capacidade de produção e, ainda, traremos também produtores nossos para conhecerem. Virão pessoas da China para conhecer Rondônia”.

“Fizemos também parceria com a Educação - diz ainda – “onde nossos alunos poderão aprender muito mais sobre tecnologia. Também penso numa Rondônia extremamente evoluída”.

Rocha lembrou que foi mais um ano “de negociações intensas, para que pudéssemos chegar a estes acordos”. Segundo ele, os próximos governos do Estado “lucrarão muito com tudo isso”, lembrando que os nossos alunos aprenda,, através da Inteligência Artificial, melhorar nossa produção.

“Rondônia pode chegar a patamares nunca antes pensados”, destacou, concluindo que “quem pensa grande tem que pensar assim”! Destacou que a China, com seus 1 bilhão e 400 milhões de habitantes pode ser um grande parceiro de negócios com nosso Estado e, ainda, que defendeu a produção da nossa carne e o comércio com nosso principal cliente, que são os chineses.

Por Sérgio Pires


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