Disputa pelo Senado em Rondônia chega à reta final cercada de incertezas - Qual dupla você aposta?


Com duas vagas em jogo e diferentes cenários nas pesquisas, campanha entra nos últimos 14 dias sem definição sobre os nomes que ocuparão as cadeiras

Encalacrado. Um negócio difícil. Complicado. Cheio de dificuldades. Este poderia ser um resumo, com linguagem popular, do que está acontecendo na disputa pelas duas vagas ao Senado, em Rondônia. A 14 dias da eleição, nem a famosa Mãe Dinah e suas visões de futuro teriam como garantir quem vai chegar lá.

Há nomes poderosos e há até a previsão de que pode haver alguma surpresa. Do alto da sua longa experiência em eleições, embora também tenha errado muitas vezes, o velho jornalista editor deste Blog arrisca a dizer que, sim, há nomes fortes com chances iguais. Mas não, não haverá surpresa.

Comecemos com duas mulheres: Sílvia Cristina e Mariana Carvalho são do mesmo grupo político, mas estão guerreando por cada voto. Ambas disputam um grupo do mesmo eleitorado. Mas, a batalha de bastidores tem cenas duras, de ambos os lados. Na ala masculina, três nomes despontam: Fernando Máximo, Acir Gurgacz e Bruno Scheid, o escolhido de Jair Bolsonaro.

Deste quinteto sairão os dois eleitos. Mas alguém aí tem grana suficiente para uma aposta alta? Daqui, a proposta de que entre o quinteto, sairão os dois futuros senadores, é de uma aposta de um Chica Bon, daqueles tradicionais, de chocolate. Nada mais.

Dos demais, Luís Fernando pode crescer um pouco, porque agora tem o apoio direto do governador Marcos Rocha, que tem gravado vários vídeos com ele nas redes sociais. Mas não terá sido tarde demais?

Embora respeite a todos, este blogueiro não acredita que os demais candidatos, todos da esquerda (Neidinha Suruí, Luciana Oliveira e Air Mota) tenham chances reais. Mas estão fazendo uma boa campanha e podem, no futuro, almejar outros desafios.

Por Sérgio Pires

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