Presidente da CBF critica arbitragem, polícia e “antijogo” após derrota para a Bolívia


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O presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Samir Xaud, fez duras críticas após a derrota da seleção brasileira para a Bolívia, nesta terça-feira (9), pela última rodada das Eliminatórias da Copa do Mundo. Em discurso inflamado, o dirigente acusou a arbitragem, a postura dos gandulas e até a atuação da polícia no Estádio Municipal de El Alto, a mais de 4 mil metros de altitude.

“Viemos para jogar futebol e o que vimos foi um antijogo. Jogamos contra a arbitragem, contra a polícia, contra os gandulas tirando as bolas de campo e até colocando bolas dentro de campo. Foi uma verdadeira várzea, algo que não esperamos no futebol mundial nem no sul-americano”, declarou Xaud.

O presidente afirmou ainda que houve atos truculentos da polícia contra membros da delegação brasileira, que, segundo ele, chegaram a ser gravados. Xaud prometeu levar o caso formalmente à Conmebol.

Com o resultado negativo, o Brasil encerrou as Eliminatórias com o pior desempenho desde a adoção do atual formato classificatório. A equipe de Carlo Ancelotti agora volta a campo apenas nos amistosos da Data Fifa de outubro: enfrenta a Coreia do Sul, em Seul, no dia 10, e o Japão, em Tóquio, no dia 14.

Já a Bolívia, que terminou em sétimo lugar, disputará a repescagem em busca de uma vaga na Copa do Mundo de 2026, ao lado de outras cinco seleções. Até agora, a única confirmada é a Nova Caledônia, representante da Oceania.

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