
Pleitos deste domingo incluem primeiro turno presidencial no Chile e referendo no Equador; análises apontam avanço da ultradireita nos dois países
Neste domingo (16), dois importantes países da cordilheira andina movimentam suas estruturas políticas com votações que podem provocar mudanças profundas nos rumos da América do Sul. Chile e Equador convocam seus cidadãos às urnas, cada um com objetivos distintos, mas ambos em momentos decisivos de seus processos democráticos.
No Chile, a votação marca o primeiro capítulo da disputa presidencial. O primeiro turno definirá os candidatos que seguirão para a etapa final, prevista para 14 de dezembro. Pesquisas indicam um cenário competitivo, com crescimento de nomes ligados à ultradireita, que têm conquistado espaço diante do clima de insatisfação política e econômica.
Já no Equador, a população participa de uma consulta popular e um referendo que irão medir a força política do presidente Daniel Noboa. As propostas em votação incluem pontos controversos, como a possível instalação de bases militares estrangeiras no país e o início de discussões para uma futura mudança constitucional. Especialistas alertam que as medidas refletem um governo com tendências cada vez mais autoritárias.
Analistas internacionais observam que, tanto no Chile quanto no Equador, há uma tendência de fortalecimento da extrema direita, o que pode influenciar diretamente a estabilidade institucional e os rumos políticos da região. A edição deste domingo do GIRO detalha os principais nomes envolvidos, as perguntas das cédulas de votação e os possíveis desdobramentos para o futuro dos dois países.
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