Enquanto produtores são salvos, famílias de garimpeiros continuam sob ataques virulentos

Ação realizada na região de Humaitá integra estratégia federal de combate ao garimpo ilegal

Enquanto o STF manda parar a excrescência da destruição de bens e propriedades de pequenos produtores rurais, baseados apenas em suspeitas de invasão de terras indígenas, mesmo com toda a documentação, os virulentos ataques do Ibama e da Polícia Federal contra garimpeiros não param. Alegando garimpo ilegal do rio Madeira, enquanto o contrabando segue livre, leve e solto, as forças policiais atacam dragas e balsas, muitas delas utilizadas também como moradia.

O novo ataque destruiu 47 embarcações e vários motores, que estariam sendo usados na extração de ouro de Madeira. Os fatos ocorreram na região de Humaitá, do Igarapé do Beem e da Lagoa Paraíso. Apelidada de Operação Leviatã, um desses nomes exóticos dados a medidas de ataques a pobres famílias que sobrevivem do garimpo, a ação faz parte de medidas do governo brasileiro para proteger áreas de garimpagem, atendendo interesses das ONGs internacionais, que mandam e desmandam Ministério do Meio Ambiente de Marina Silva.

O pacote inclui deixar as famílias sem nada, porque não podem plantar também nesta época de cheia do rio Madeira, para que todos passem a depender do governo, recebendo Bolsa Família e cestas básicas para não morrerem de fome. É uma estratégia desumana, que só vai acabar quando um novo e democrático governo passar a destruir bases do tráfico na região, já dominada por ele e não continue atacando famílias pobres e indefesas, para atender interesses estrangeiros.

Por Sérgio Pires

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