
Entorpecentes estavam escondidos em galões adulterados dentro de embarcação; dois homens foram presos durante a Operação Protetor das Divisas e Fronteiras.
Uma ação integrada das forças de segurança resultou na apreensão de quase 400 quilos de drogas na noite de terça-feira (3), na região da BR-364 e do rio Abunã, na faixa de fronteira de Porto Velho. A ocorrência foi registrada durante a Operação Protetor das Divisas e Fronteiras, voltada ao combate de crimes transfronteiriços.
De acordo com as informações repassadas pelas forças de segurança, o entorpecente era transportado em uma embarcação de pequeno porte que navegava pelo rio Abunã. A carga estava escondida em galões plásticos com compartimentos adulterados, além de sacos e recipientes que chamaram a atenção das equipes durante o patrulhamento.
Ao realizarem a abordagem para fiscalização, os policiais identificaram alterações estruturais em alguns dos galões. Após uma inspeção detalhada, foram encontrados:
- 113,35 kg de substância semelhante ao cloridrato de cocaína;
- 260,8 kg de pasta base de cocaína;
- 21,6 kg de maconha do tipo skunk.
No total, a apreensão somou quase 400 kg de entorpecentes.
Além da droga, as equipes localizaram um revólver calibre .38 da marca Taurus Armas, 16 munições intactas, uma antena de comunicação via satélite da Starlink, dinheiro em espécie, documentos e objetos pessoais.
Durante a ação, dois homens foram presos em flagrante. Após a apreensão do material, os suspeitos foram conduzidos, juntamente com as drogas e demais itens, à Polícia Federal, responsável pela investigação de crimes relacionados ao tráfico internacional e transfronteiriço de drogas.
A apreensão ocorreu durante patrulhamento ostensivo e preventivo na faixa de fronteira, como parte das ações de combate ao crime organizado.
Participaram da operação equipes do Batalhão de Polícia de Fronteira (BPFRON), Grupo Especial de Fronteira (GEFRON-MT), BPCHOQUE, 10º BPM, 4º BPM, 11º BPM, SESDEC/G.E.I., Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Agência de Inteligência do CRP I e Exército Brasileiro.
As investigações seguem para identificar a origem e o destino da carga apreendida.
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