
Projeto prevê mais organização, conforto e impulso à economia local com investimento superior a R$ 1,6 milhão
O que antes era marcado por improviso e dificuldades para feirantes e frequentadores começa a dar lugar a uma nova realidade em Porto Velho. O Novo Mercado do Km 1, localizado na região central da capital, avança como um projeto que busca valorizar a cultura regional, fortalecer o comércio popular e oferecer melhores condições de trabalho e atendimento.
De acordo com a Prefeitura, a proposta vai além de uma simples obra de infraestrutura. O espaço foi idealizado para se tornar um ponto de encontro que reúne sabores, tradições e identidade cultural, promovendo também o desenvolvimento econômico local.
O prefeito Léo Moraes destacou que o mercado representa uma oportunidade direta para os trabalhadores que dependem do local para garantir renda.
“Mais do que uma obra, o mercado representa oportunidade aos que ali trabalham e faz parte de um pacote de investimentos para impulsionar a economia local, enquanto preservamos a identidade cultural da cidade e o senso de pertencimento”, afirmou.
Segundo o gestor, serão investidos R$ 1.610.336,62 na reforma do mercado. O valor integra um volume maior de recursos aplicados pela administração municipal entre janeiro e maio de 2026, que já soma R$ 187.893.812,21 em obras e ações licitadas.
“Isso significa que a nossa cidade avança em infraestrutura, mas também fortalece a economia local”, enfatizou o prefeito.
A obra está atualmente em fase de licitação e deve ser iniciada após a conclusão dos trâmites legais.
O secretário municipal de Obras e Pavimentação, Thiago Cantanhede, ressaltou que o projeto foi planejado para oferecer mais funcionalidade, segurança e conforto tanto para feirantes quanto para o público.
“Estamos trabalhando para entregar um mercado moderno, organizado e com estrutura adequada. É uma obra que fortalece a economia local e valoriza um espaço tradicional da nossa cidade”, destacou.
Nova realidade para feirantes
Com a implantação do novo mercado, trabalhadores que hoje atuam em condições improvisadas — muitas vezes expostos ao calor e à falta de estrutura — passarão a contar com um ambiente adequado, mais organizado e atrativo.
Na prática, a mudança deve garantir melhores condições de trabalho, facilitar a exposição dos produtos e aumentar o fluxo de clientes, impactando diretamente nas vendas e na qualidade de vida dos feirantes.
A expectativa da Prefeitura é que o espaço contribua para ampliar a circulação de pessoas, fortalecer pequenos negócios e consolidar o mercado como um importante polo econômico e cultural da capital.
“Não é só construir um mercado, é criar oportunidades, movimentar a economia e garantir melhores condições para quem faz a cidade acontecer todos os dias”, concluiu o prefeito.
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