Pesquisa aponta empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro em eventual 2º turno


Levantamento do instituto Real Time Big Data mostra cenários equilibrados e vantagem variável entre pré-candidatos

Uma pesquisa do instituto Real Time Big Data, divulgada nesta terça-feira (5), aponta um cenário de forte equilíbrio na disputa pela Presidência da República em um eventual segundo turno entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Segundo o levantamento, os dois aparecem tecnicamente empatados dentro da margem de erro.

No cenário em que enfrenta Flávio Bolsonaro, Lula registra 43% das intenções de voto, contra 44% do adversário. Considerando a margem de erro de dois pontos percentuais, há empate técnico. Outros 7% dos entrevistados declararam voto branco ou nulo, enquanto 6% não souberam ou não responderam.

Em um segundo cenário testado, Lula aparece empatado numericamente com Ciro Gomes (PSDB), ambos com 43%. Nesse caso, 8% indicaram voto branco ou nulo, e 6% não responderam.

Já na simulação contra o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), Lula tem 43% contra 42%, também dentro da margem de erro, caracterizando empate técnico.

Contra o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), o atual presidente aparece com 43%, enquanto Zema registra 39%. Nessa projeção, 11% declararam voto branco ou nulo e 7% não souberam responder.

No último cenário apresentado, Lula amplia a vantagem ao enfrentar Renan Santos (Missão), com 48% das intenções de voto contra 24% do adversário. Nesse caso, 13% indicaram voto branco ou nulo, e 15% não responderam.

A pesquisa ouviu 2.000 eleitores entre os dias 2 e 4 de maio. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-03627/2026.

Os dados indicam um cenário ainda indefinido para a disputa presidencial, com diferentes configurações de segundo turno apresentando variações pequenas entre os principais nomes. A tendência de equilíbrio reforça a importância das movimentações políticas e do comportamento do eleitorado nos próximos meses.

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