
Marcos Rogério se apresenta como único nome da direita, enquanto outros pré-candidatos buscam espaço entre centro-direita e esquerda na corrida eleitoral
Quantos candidatos de direita e centro-direita e esquerda e extrema esquerda haverá na eleição deste ano, em Rondônia? Dos principais nomes, Marcos Rogério se declara como o único candidato de direita. E o é, não há o que contestar.
Mas e os outros? Mesmo em partidos diferentes, tanto Adailton Fúria quanto Hildon Chaves nada têm em comum com a esquerda: são de centro-direita. No caso de Rogério, seu vice, o deputado Delegado Camargo é mais da extrema direita. Já os outros dois vices, Everton Leoni, de Fúria e Cirone Deiró, de Hildon, igualmente sempre se postaram na centro-direita ou seja, a direita moderada.
E o jovem emedebista Pedro Abib? Mesmo aliado de Confúcio Moura, o mais lulista dos políticos rondoniense, fora do PT, Abib já deixou claro que tem posicionamentos próprios e que não vai seguir, necessariamente, os passos do presidente regional do partido.
De família de empreendedores, Abib é um dos comandantes da Faculdade Católica de Rondônia, uma das maiores e mais respeitadas entidades educacionais do Estado. Abib ainda não escolheu seu vice. Virá da direita ou da esquerda?
Da esquerda mesmo, há outros três candidatos ao Governo. O mais conhecido deles é Expedito Netto, ex-deputado federal e que ocupou, até há pouco, cargo no Ministério da Pesca do governo Lula. O candidato petista ao Governo ainda não escolheu seu vice. Samuel Costa, do PSB, é outro lulista de carteirinha. Chegou a lamentar, publicamente, que nem os petistas rondonienses defendiam o atual Presidente como ele. Ainda está sem vice.
Na relação, ainda consta o advogado Luiz Teodoro, do Psol, o partido nanico que jamais elegeu sequer um vereador em Rondônia. Teodoro, ao contrário da sigla que representa, não atua no radicalismo político de esquerda. Prova disso é que, como profissional, defendeu réus do 8 de Janeiro. Também não tem vice, até agora.
Por Sérgio Pires
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